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O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não pretende perseguir homossexuais nem retirar direitos da comunidade LGBTQIA+ caso seja eleito. A declaração foi feita durante uma conversa com o influenciador digital Rico Melquíades, divulgada nas redes sociais, em tom descontraído.


Questionado sobre rumores de que homens gays poderiam ser perseguidos em um eventual governo seu, Flávio negou essa possibilidade e respondeu com uma expressão de conotação sexual que ganhou destaque na entrevista.

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“Claro que não. Pode dar à vontade. É dele, faz o que quiser”, declarou o senador, ao comentar a pergunta sobre a liberdade sexual da população.

Na sequência, Flávio afirmou que a responsabilidade de um presidente deve estar relacionada à segurança pública, à economia e à melhoria das condições de vida dos brasileiros. Entre os exemplos citados, mencionou a necessidade de garantir que as pessoas possam circular com segurança e tenham maior poder de compra.

O candidato também disse não compreender a origem dos rumores sobre uma possível perseguição à população LGBTQIA+ e reiterou que não pretende interferir nas escolhas individuais. “O que as pessoas fazem na sua intimidade, eu não tenho nada a ver com isso”, afirmou.

Durante a conversa, Flávio mencionou ainda direitos como a união estável e a divisão de herança, assegurando que essas garantias seriam preservadas em um eventual governo. “Isso tudo vai continuar valendo”, completou.

A declaração ocorre durante a reta final da campanha presidencial, marcada pela disputa de votos entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no segundo turno previsto para domingo (25). A manifestação do senador busca afastar receios sobre possíveis restrições aos direitos da comunidade LGBTQIA+ caso ele chegue à Presidência.

FONTE/CRÉDITOS: Redação