O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, comentou pela primeira vez a menção ao seu nome no caso envolvendo o Banco Master. Em entrevista concedida a 95 FM Oficial de Jequié, o ex-ministro afirmou que a citação tem motivação política e negou qualquer ligação administrativa com a instituição investigada.

Segundo Roma, a referência ao seu nome ocorre em meio ao cenário pré-eleitoral e seria parte de uma tentativa de adversários políticos de criar desgaste público.

“Isso é desespero do PT e mostra que a nossa caminhada aqui na Bahia está incomodando muito esses pré-candidatos. Toda a minha existência na vida pública, especialmente na época do Ministério, nenhum ato beneficiou ou sequer fez vinculação à Master ou qualquer outra entidade ligada a isso”, declarou.

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O ex-ministro também disse que não esconde relações pessoais, mas ressaltou que nunca misturou amizades com decisões administrativas quando esteve no governo federal.

“Não escondo minhas amizades pessoais, mas não misturo meus assuntos administrativos, minha conduta, com qualquer coisa que venham querer colocar. Então o PT fica tentando criar uma narrativa para a população que não tem cabimento”, afirmou.

Roma acrescentou ainda que, segundo parlamentares que acompanham o caso no Congresso, não existe investigação direta contra ele relacionada ao episódio.

“Tanto que os próprios senadores colocaram com clareza que não havia nenhuma investigação em relação a isso e que chamou atenção porque não havia nenhuma pertinência naquela convocação para que a gente fosse falar sobre isso”, concluiu.

FONTE/CRÉDITOS: Rafael Gomes