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A indefinição sobre a vaga de vice na chapa governista da Bahia deixou de ser apenas um detalhe de bastidor para se transformar em um sinal claro de instabilidade política. E não se trata de especulação qualquer. A informação foi trazida por Mário Kertész, da Rádio Metrópole, que revelou um movimento que, se confirmado, compromete diretamente a credibilidade das articulações do grupo.
Segundo MK, o governador Jerônimo Rodrigues teria prometido ao MDB, na figura de Geddel Vieira Lima, a manutenção do atual vice, Geraldo Júnior, na chapa. Mas voltou atrás. Passou a defender a indicação de um novo nome, vindo de Barreiras — e nos bastidores, o mais citado é Danilo Henrique, herdeiro político do deputado estadual Antônio Henrique Júnior.
Pois bem: Geddel Vieira Lima não aceitou.
De acordo com Mário Kertész, esse movimento evidencia um impasse dentro da base governista, especialmente pela mudança de posição após um acordo previamente sinalizado. Na leitura do comunicador, a situação revela dificuldades na construção de consenso interno.
Ainda segundo MK, há um elemento que amplia a incerteza no cenário: a possibilidade de o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, vir a ser o candidato ao governo no lugar de Jerônimo Rodrigues.
Na avaliação apresentada por Mário Kertész, caso esse cenário se confirme, haveria uma reconfiguração completa da chapa governista, com impacto direto sobre os atuais nomes colocados, incluindo Geraldo Júnior e a própria participação do MDB.
As informações e projeções fazem parte da análise política de Mário Kertész, que tem acompanhado de perto os bastidores da formação da chapa governista na Bahia.
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