Um novo projeto esportivo começa a ganhar espaço no cenário estadual. O Feira Futebol Clube, fundado oficialmente em 5 de fevereiro de 2025, nasce com a proposta de disputar a Série B do Campeonato Baiano nas próximas temporadas e ampliar a presença de Feira de Santana no futebol profissional. A equipe integra o Grupo Global, conglomerado empresarial que detém 90% das ações da SAF do clube desde março do ano passado.

O projeto é liderado pelos empresários Marcus Rios e Neto Lima, ligados à Mansão Green, empresa que atua no mercado digital, agências de influenciadores e plataformas de afiliação voltadas ao setor de iGaming na América Latina. A marca, inclusive, ampliou sua atuação no esporte ao adquirir os naming rights do Campeonato Baiano, que atualmente é denominado Campeonato Baiano — Baianão Mansão Green 2026.

De acordo com apuração do site Bahia Notícias, o Feira Futebol Clube foi registrado com capital social declarado de R$ 500 mil. O clube já possui redes sociais ativas e trabalha no desenvolvimento do seu portal oficial, sinalizando estruturação administrativa e planejamento de comunicação.

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Nos bastidores, o nome do atacante Thiago Galhardo, de 36 anos, surge como possível reforço de peso para dar visibilidade ao projeto. O jogador, que acumula passagens por clubes como Sport Club Internacional, Fortaleza Esporte Clube e Goiás Esporte Clube, atuou em 2025 pelo Santa Cruz Futebol Clube na Série D do Campeonato Brasileiro, onde disputou 24 partidas e marcou sete gols. Fontes indicam que haveria um acordo encaminhado para que o atleta seja uma das principais figuras do novo time.

O Feira Futebol Clube já aparece registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol sob o código 64451, etapa fundamental para que a agremiação possa formalizar participações em competições oficiais.

O surgimento do clube reforça o movimento de expansão das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) na Bahia, especialmente em polos estratégicos como Feira de Santana. A iniciativa evidencia a entrada de novos investidores e modelos de gestão no futebol estadual, ampliando a competitividade e redesenhando o mapa esportivo baiano nos próximos anos.

FONTE/CRÉDITOS: Redação