O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta semana que vacinas aplicadas na infância e o uso do paracetamol por gestantes poderiam estar relacionados ao aumento de casos de autismo.

As declarações foram contestadas por autoridades internacionais. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) informou que não existem novas evidências que justifiquem alterações nas recomendações sobre o uso do paracetamol durante a gravidez. O Reino Unido também reforçou que as orientações atuais permanecem válidas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que os estudos que sugeriram algum tipo de associação entre o medicamento ou vacinas e o autismo são inconsistentes e não foram confirmados por pesquisas posteriores.

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O paracetamol é considerado um dos analgésicos mais seguros para gestantes e continua sendo recomendado dentro das dosagens orientadas por profissionais de saúde. Sobre as vacinas, diversos levantamentos científicos já descartaram relação com o desenvolvimento de autismo.

 

 

FONTE/CRÉDITOS: Redação